O que Joaíma compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Joaíma compraram US$ 21,1 mil de outros países.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 378 cidades de Minas Gerais que importaram, Joaíma ficou em 317º lugar. No Brasil, em 2.210º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (3)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Telas metálicas, grades e redes, de fios de ferro ou aço…13 toneladasUS$ 11,5 mil54%
- 2Fios de ferro ou aço não ligado7 toneladasUS$ 5.77327%
- 3Arame farpado, de ferro ou aço; arames ou tiras, retorcidos…5,6 toneladasUS$ 3.86818%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1Hong KongUS$ 21,1 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2024US$ 21,5 mil
- 2026 (até setembro)US$ 21,1 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Joaíma
Quanto Joaíma importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Joaíma (MG) compraram US$ 21,1 mil de outros países: 3 produtos, de 1 país.
O que Joaíma mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Telas metálicas, grades e redes, de fios de ferro ou aço… (54%), Fios de ferro ou aço não ligado (27%), Arame farpado, de ferro ou aço; arames ou tiras, retorcidos… (18%).
De quais países Joaíma mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Hong Kong (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.